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  Variedades de Uvas  
     
 

Segundo estudiosos há 24.000 nomes para as mais de 3.000 variedades
de uvas viníferas conhecidas. Destas, 150 são plantadas comercialmente em quantidades significativas.

Uvas para vinhos brancos

ALVARINHO (ou Albariño, na Espanha) – responsável pela produção na
região do Minho, em Portugal, do vinho verde, que tem este nome pois
deve ser tomado ainda jovem, isto é "verde". É uma uva que confere
boa acidez, aroma e certa efervescência ao vinho.
Países: Portugal (vinho verde), Espanha

Chardonnay
Uva branca fácil de cultivar e vinificar. Está espalhada em todo o
mundo. É usada na produção de clássicos de alta qualidade e
reputação na Borgonha, como Chablis, Montrachet e Poully-Fussé, além
de ser um importante ingrediente do campanhe. Por não ser uma uva
aromática, a passagem pelo barril de carvalho lhe confere maior
complexidade em algumas regiões, principalmente do Novo Mundo, onde
mostra um toque amanteigado e tostado.
Países: França (Borgonha), Estados Unidos (Califórnia), Austrália,
Nova Zelândia, Chile, África do Sul, Argentina, Brasil

CHENIN BLANC (steen) – variedade do Loire central, na França, de
aroma floral, dá vinhos secos ou doces — neste caso, quando são
atacadas pela podridão nobre, que lhes confere maior teor de açúcar.
Países: França (Loire), EUA, África do Sul (conhecida como steen),
Austrália e Nova Zelândia.

CLAIRETTE (clairette blanc) – uva branca cultivada no sul da França.
É uma das variedades autorizadas no vinho tinto Châteauneuf-du-pape
e brancos Côtes-du-Rhone. Na Austrália é conhecida como blanquette.
Países: França e Austrália

FURMINT – os renomados grandes vinhos doces Tokay, da Hungria, são
feitos desta variedade. Sua fina casca facilita a ação do fungo
Botrytis cinerea, que aumenta o teor de açúcar à uva.
Países: Hungria, Eslováquia, Croácia e Romênia

Gewürztraminer
Em alemão significa "especiarias". Produz vinhos brancos ricos, de
cor amarelo-ouro e aroma intenso (rosas, canela e gengibre).
Encontrou seu melhor solo na região francesa da Alsácia, mas também
é encontrada na Alemanha e outras regiões de clima frio.
Países: França (Alsácia), Alemanha, Itália, Chile, África do Sul,
Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia.

MALVASIA – das mais antigas uvas brancas que se conhece (cerca de
2.000 anos). Apesar de produzir vinhos secos no sul da Itália, se
notabilizou pelo vinho fortificado que produz em Portugal (Madeira)
Países: Portugal, Itália e Espanha.

MUSCADELLE – típica variedade de Bordeaux, na França, usada
principalmente para vinhos doces produzidos em Barsac e Sauternes.
Como é muito aromático, é usado em pequenas quantidades quando
misturados a vinhos doces baseados das uvas sémillon e sauvignon
blanc.
País: França

MUSCAT (Moscato e Moscatel) – plantada no mundo todo é própria de
vinhos doces perfumados. É a única uva vinífera que preserva os
aromas de uva no vinho e talvez uma das espécies mais antigas ainda
cultivadas. Usada para vinhos secos na Alsásia e para espumantes do
tipo Asti Espumante e Moscato Bianco.
Países: França (Alasácia), Portugal, Espanha e Itália

PALOMINO – principal uva do vinho fortificado do Sul da Espanha,
xerez.
Países: Espanha, Estados Unidos e Austrália

PEDRO XIMÉNEZ – outra variedade do sul da Espanha utilizada nos
vinhos fortificados xerez, como o Olorosso.
País: Espanha

PINOT BLANC (pinot bianco)– esta uva dá vinhos leves, secos,
frutados, para beber jovem, principalmente aqueles produzidos na
Itália. Original da Borgonha, na França sua base é a Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Áustria e EUA

PINOT GRIS (tokay d'Alsace, pinot grigio) – da família pinot noir,
resulta em vinhos brancos leves, jovens e secos na Itália e mais
ricos e perfumados, na região francesa da Alsácia.
Países: França (Alsácia), Itália, Alemanha, Hungria e Nova Zelândia

PROSECCO – encontrada na região de Vêneto, na Itália, é responsável
pela produção de espumantes frescos, frutados, com pouco acidez e
paladar. Não se trata, portanto, de uma região, como muita gente
pensa, mas de uma uva, usada por este espumante que se difundiu por
todo o mundo.
Países: Itália, Brasil

Riesling
Junto com a Chardonnay é considerada a melhor uva branca do mundo.
Produz vinhos com acidez elevada e teor alcoólico baixo (8ºC). Os
melhores riesling são encontrados na Alemanha e produz vinhos de
grande qualidade que é metido pelo seu teor de açúcar. Aromas
delicados e florais.
Países: Alemanha, Áustria, Austrália, Nova Zelândia, França
(Alsácia) e EUA.

Sauvignon Blanc
Tem acidez aguda, fresco, aspectos minerais e bastante frutados no
Novo Mundo. Mantém a limpidez pois raramente fica impregnada de
carvalho. Na França, alcança melhores resultados em rótulos da
região do Loire. É misturada com Sémillon em Bordeaux. Também é
parte da composição dos vinhos doces de Sauternes e Barsac. Na Nova
Zelândia, encontrou o solo ideal para produção de vinhos que
colocaram o país no mapa do mundo do vinho.
Países: França (Loire, Bordeaux), Nova Zelândia, Chile, Áustria e
África do Sul.

Sémillon
Tanto vinhos brancos secos de Bourdeaux como vinhos doces da região
de Sauternes, na França, usam esta variedade (como o Château
D'Yquem, 4/5 de sémillon e 1/5 de sauvignon blanc). Varia sua
característica de acordo com a região que é cultivada: aromas
cítricos e adocicado em Bordeaux e amanteigado e com grande
potencial de envelhecimento na Austrália
Países: França (Bordeaux), Austrália Nova Zelândia, África do Sul,
EUA

TOCAI (friulano) – variedade branca cultivada na região italiana de
Friuli-Veneza, que produz vinhos encorpados e elegantes. Não há
qualquer relação da uva Tocai com os renomados vinhos húngaros doces
Tokay (produzidos com a cepa furmint. Ver verbete acima).
País: Itália

TREBBIANO – Produz vinhos brancos mais comuns e sem personalidade na
Itália. É plantada extensivamente em todo o país. Usada no corte com
outras uvas para a composição de vinhos. Com o nome de ugni blanc e
saint-émilion é muito usada na produção de conhaque e armagnac, na
França.
Países: Itália, França, África do Sul e Austrália

VIOGNIER – uva que produz vinhos brancos secos e com toques florais,
bastante perfumado. De origem francesa, vem sendo redescoberta nos
últimos anos. Produz vinhos muito ricos e refrescantes, para serem
bebidos jovens.
Países: França, Austrália, África do Sul e Argentina

- Uvas para vinhos tintos

AGLIANICO – apresenta grande concentração de taninos e acidez,
própria para envelhecimento. Encontrada no Sul da Itália,
principalmente em rótulos de Campania e Basilicata.
País: Itália.

ALICANTE BOUSCHET (garnacha tintorera) – Fruto do cruzamento da
grenache com petit verdot realizado pelo francês Luis Bouschet de
Bernard e seu filho Henri em 1866, esta variedade é mais indicada
quando misturada a outras uvas. Em Portugal, na região do Alentejo,
é uma importante uva na composição de certos vinhos, onde dá um dá
aromas de menta e eucalipto. Confere longevidade e cor ao vinho.
Países: França, Portugal (Alentejo) e Espanha

BAGA – É a principal uva da região portuguesa da Bairrada e produz
vinhos bastante adstringentes. Mas bons produtores, como Luis Pato,
vinificam exemplares refinados e ricos de aroma e sabor.
País: Portugal (Bairrada)

Barbera
A mais popular da uvas do Piemonte, norte da Itália é ao lado da
sangiovese a variedade mais cultivada do país. Dá tantos vinhos
leves do dia-a-dia como exemplares escuros e frutados, com alta
acidez e concentração e boa capacidade de envelhecimento.
Países: Itália (Piemonte), Estados Unidos (Califórnia) e Argentina.

BONARDA – outra variedade típica do Piemonte, na Itália. Seu nome
completo é Bonarda Piemontese. Produz vinhos leves, frutados, melhor
quando bebidos jovens. Também foi muito utilizada na Argentina para
produção de vinhos do dia-a-dia para consumo interno.
Países: Itália e Argentina

CABERNET FRANC – terceira uva tinta mais importante de Bordeaux
(Pommerol e Saint Emilion), é mais leve e com menos taninos que a
cabernet sauvignon e amadurece mais cedo. É muito usada no corte com
outras uvas. Na região do Loire dá vinhos mais herbáceos, onde é
conhecida como Breton. É a uva principal do insensado e caro Château
Cheval Blanc.
Países: França (Bordeuax, Loire), Argentina, Austrália, Estados
Unidos (Califórnia) e Nova Zelândia

Cabernet Sauvignon
A mais clássica e conhecida das variedades de vitis vinífera, base
do corte usado nos grandes vinhos de Bordeaux (Latour, Mouton-
Rothshild, Lafite, Latour, Margoux etc). É uva mais difundida em
todo o mundo e responsável pelos melhores rótulos do planeta. Tem
amadurecimento tardio e produz tintos secos de semi-incorpados a
incorpados; tânico quando jovem, garante um melhor envelhecimento da
bebida na garrafa e a passagem pelo barril de carvalho pode aparar
suas arestas. Tem um amplo espectro de aromas: frutas vermelhas,
café, chocolate geléia e tabaco, quando envelhecidos. No Chile tem
uma característica mais mentolada. Enriquece quando misturada à
merlot, cabernet franc, shiraz, petit verdot ou malbec. Na Austrália
geralmente é mesclado ao shiraz. Produz os melhores tintos do Brasil
e do Chile.
Países: França (Bordeaux), Estados Unidos (Califórnia), Chile,
Argentina, Austrália, África do Sul, Itália e Brasil.

CARIGNAN (cariñena, mazuelo) – originária do norte da Espanha é das
espécies mais cultivadas na França, particularmente na região de
Languedoc-Roussillon. Normalmente é misturada com a grenache e a
cinsault, e resulta em vinhos mais comuns, de mesa, de cor escura e
forte teor de álcool.
Países: França (Languedoc-Roussillon), Espanha, Estados Unidos
(Califórnia)

CARMENÈRE – originária de Bordeaux, hoje é uma uva praticamente só
cultivada no Chile, onde não se adaptou melhor do que na França. Até
a década de 90 era confundida com a merlot — um exame de DNA
esclareceu a confusão. É usada tanto para vinhos de corte como em
varietais chilenos. É mais escura que a merlot e de taninos macios.
País: Chile

CINSAULT (espagne, hermitage, malaga) – cepa encontrada
principalmente na região de Languedoc-Roussilon, na França. Ali é
associada à grenache e à carignan, e produz bebidas leves e pouco
aromáticas. Na região do Rhone, a mesma uva com melhores cuidados
produz vinhos mais concentrados e aromáticos. No Líbano, é
responsável pelo emblemático Château Musar.
Países: França, Espanha, África do Sul e Líbano

DOLCETTO – uva italiana que apesar do nome não é doce. Vinificadas
resultam em rótulos suaves do Piemonte, próprio para o dia-a-dia,
com alta acidez e que devem ser bebidos ainda jovens. Na região do
Piemonte, melhor tratada, a uva é envelhecida em barris de carvalho
e resulta em líquidos mais ricos e complexos.
País: Itália, Arrentina e Austrália

Gamay
É a uva usada na produção do Beaujolais, um vinho mais leve,
produzido nesta região da Borgonha, para ser bebido bem jovem. Os
rótulos mais conhecidos são de Beaujolais Noveau, que são lançados
todo mês novembro. Mas há rótulos de maior qualidade, com capacidade
de envelhecimento, os chamados Cru Beaujolais. Os aromas de morango,
cereja e banana são característicos do vinho produzido com a uva
gammay.
País: França (Borgonha)

Grenache (garnacha)
Apesar de ser uma uva muito cultivada no mundo é pouco vista em
rótulos de garrafas pois é usualmente misturada. É presença
fundamental do renomado Châteauneuf-du-Pape e na maioria dos vinhos
do Rhône.
Países: França (Rhône), Espanha, Austrália, Itália e Estados Unidos.

LAMBRUSCO – Uva tinta cultivada em toda a Itália, em especial na
região da Emilia-Romana. Há mais de sessenta subvariedades
conhecidas. Apesar de também produzir bons vinhos de denominação de
origem, é mais conhecida no Brasil pelos vinhos frisantes, semi-
doces e baixo teor alcoólico e que devem ser bebidos jovens.
País: Itália

MALBEC – originária de Bordeaux, onde é muito tânica,t e usada
somente misturada a outras cepas, esta uva se tornou emblemática na
Argentina, onde é responsável pelos melhores vinhos tintos
produzidos no país, de cor escura, denso e aromas florais. Começa a
render alguns rótulos no Chile também.
Países: França, Argentina e Chile

Merlot
Similar à cabernet sauvignon, entretanto mais suave, tem sabor mais
macio, menos tanino e aromas mais frutados. Tem uma maturação mais
fácil e rápida que sua parceira cabernet. Pode desenvolver aromas de
chocolate e frutas vermelhas maduras quando colhidas com a maturação
correta. Base de grandes vinhos do Pomerol, como o famoso Château
Petrus. Na Califórnia, nos Estados Unidos, também rendeu grandes
exemplares. Também muito usado no Novo Mundo e plantada em várias
partes do planeta onde se faz vinho.
Países: França (Bordeaux), Norte da Itália, Estados Unidos, Chile,
Austrália, Nova Zelândia, Argentina, Brasil.

MONTEPULCIANO – Variedade cultivada por toda Itália, com maior
destaque na região central. Produz vinhos mais rústicos e é muito
usada junto à sangiovese. Não deve ser confundida com a cidade da
região da Toscana de mesmo nome, que produz o famoso Vino Nobil di
Montepulciano, que aliás é feito a partir da uva sangiovese.
País: Itália

MOURVÈDRE (monastrell e mataro) – Uva típica do Sul da França, mas
também muito cultivada na Espanha. É um pouco tânica e tem um toque
animal. Geralmente é misturada a outras uvas, como shyrah, grenache
e cinsault. Ajuda a dar cor e estrutura ao vinho. Bastante utilizada
na Provence, na França, e na Rioja e Penedès, na Espanha.
Países: França, Espanha e Austrália

Nebbiolo
Nebbia em italiano significa névoa, uma característica do clima da
região onde esta variedade é cultivada, nos montes de Alba e
Monforte. Resulta no nome da uva que produz os melhores e mais
valorizados tintos italianos: Barolo e o Barbaresco. São bebidas
intensas, frutadas, bastante tânicas, de aromas complexos (florais,
frutas, trufas e até piche!) e com alta acidez, o que torna
obrigatório o envelhecimento em barris de carvalho para aparar as
arestas. Melhora com os anos e acompanhado de um prato de comida
mais forte.
País: Itália

NERO D'AVOLA – Cepa típica da região de Sícilia, no Sul da Itália.
Produz vinhos de qualidade, escuros, densos e com potencial de
envelhecimento.
País: Itália

PERIQUITA (castelão português, castelão francês) – plantada no sul
de Portugal, dá vinhos de boa estrutura, que envelhecem bem; é
também a marca do popular tinto lusitano mais exportado para o
Brasil.
País: Portugal

PETIT VERDOT – Variedade típica da região de Bordeaux, na França. Dá
sabor, cor e taninos ao corte bordalês.
País: França (Bordeaux)

Pinot Noir (pinot nero)
Uva típica da Borgonha, produz os vinhos mais admirados pelos
enólogos e enófilos do mundo. Sua qualidade está ligada diretamente
ao terroir onde está plantada. É uma uva de difícil de cultivar e
vinificar e pode gerar tanto tintos inexpressivos como muito
complexos. São vinhos de coloração clara para média com relativo
baixo tanino e acidez. Os grandes pinot noirs têm aroma intenso,
complexo e sensual, e evoluem muito bem na garrafa. Os exemplos mais
clássicos são os renomados (e caros) vinhos de Romanée-Conti,
Volnay, Clos de Vougeat e outros tantos da Borgonha. Menos feliz em
outras regiões do mundo, tem apresentado algum sucesso no Chile com
preços bem mais acessíveis. A pinot noir também faz parte da receita
que compõem os vinhos da Champagne.
Países: França (Borgonha, Champagne), Chile, Itália, África do Sul.

PINOTAGE – uva criada da África do Sul, surgida em 1920, do
cruzamento entre a pinot noir e a cinsaut realiazada pelo professor
Perald. Pode resultar num vinho muito frutado (banana, frutas
vermelhas) e capaz de envelhecer bem em barris de carvalho. Os
exemplares mais simples lembram borracha queimada e são muito
rústicos.
País: África do Sul

SANGIOVESE – trata-se da variedade mais plantada na Itália, é a base
dos grandes vinhos da Toscana – Chianti, Brunello di Montalcino e
Vino Nobilo de Montpulciano. O nome significa o sangue de Júpiter. É
uma cepa de amadurecimento tardio, bem ácida, tânica e frutada.
Países: Itália, Estados Unidos e Argentina

Syrah/Shiraz
Uva do Rhone, na França, que resulta vinhos de coloração intensa,
bem encorpados e aromáticos e na boca evocam frutas vermelhas
(amoras). Na Austrália, com o nome de Shiraz, dá exemplares tânicos,
apimentado e de boa maturação. É responsável pelos grandes rótulos
deste país
Países: França (Rhône), Austrália, África do Sul e Argentina

TANNAT (mandiran) – uva do sudoeste da França, hoje é a variedade
emblemática do Uruguai, altamente tânica e com perfume de amora e
framboesa. Bons produtores têm domado o tannat no Uruguai e bons
rótulos têm surgido no mercado
Países: Uurguai e França.

Tempranillo (tinto fino, cencibel, tinta roriz aragonês)
A mais importante uva de qualidade da Espanha, cultivada nas regiões
de Rioja e Ribeira del Duero. Usualmente misturada à garnacha e
mazuelo. Dá um vinho colorido, com baixa acidez, pouco tânico e que
envelhece bem no carvalho que lhe confere aromas de tabaco.
Países: Espanha, Portugal e Argentina

TINTO CÃO – uva de alta qualidade das regiões portuguesas do Dão e
do Douro é reconhecido pelo seu caráter apimentado. No Douro é muito
usada na composição do vinho do Porto.
País: Portugal

TOURIGA FRANCESA – mais leve que a touriga nacional, também é parte
da receita do vinho do Porto. Usado ainda em tintos secos de mesa da
região do Porto.
País: Portugal

TOURIGA NACIONAL – uva autócne superior, presente em vinhos
portugueses; encorpado, de cor forte, sabor intenso e muito tânico é
típico da região do Douro. Usada na receita do vinho do Porto,
também é uma uva que produz varietais com muita tipicidade.
Países: Portugal e Austrália

Zinfandel (primitivo)
Produz tintos secos com muito colorido e frutado, com notas de
pimenta e sabor que lembra groselha preta. Uva característica dos
vinhos da Califórnia, apesar de ser originária do sul da Itália,
onde tem o nome de primitivo.
Países: Estados Unidos (Califórnia), Itália

Fontes :
Guia de Vinhos, Hugh Johnson; O Livro do Vinho, Joanna Simon; A
Bíblia do Vinho, Karen MacNeill; Larousse do Vinho, vários autores,
Wine Lover's Companion, Ron Herbest e Sharon Tyler Herbest, Decanter.



 
     
     
 
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  2004 | Morphe